Instituto Piaget - Silves
 
 
Local
Sociedade
Entrevista
Politica
Cultura
Desporto
Região
Empresas e Negocios
Correio do Leitor
Breves
Dossier
Vila do Bispo
Aljezur
 
Agenda de Eventos
Sondagem
Links
 
Utilizadores
Classificados
Fórum
 
 
“Não tenho dados que me permitam avaliar se o caso Maddie foi prejudicial para a imagem da Luz”
Correio de Lagos | 09-07-2010
Pedro Santa Rita foi durante muitos anos arquitecto da Câmara de Lagos e, agora, veste a ‘pele’ de presidente da Junta de Freguesia da Luz. Trata-se de uma forma de “retribuir o que considero que devia a Lagos e à Luz”. A construção do complexo escolar, as obras de beneficiação no Cemitério da Freguesia e a intervenção no Mercado de Almádena são algumas das intervenções que considera serem prioritárias para o corrente mandato autárquico.

O arquitecto Santa Rita era um técnico da Câmara que aí trabalhou durante décadas a fio. Apesar de se ter reformado e enveredado por outros caminhos continua a ser visto como um técnico da Câmara ou já está livre dessa imagem?

Como técnico da Câmara de Lagos, decorridos dez meses sobre a minha saída, julgo que já ninguém me vê como tal. Como técnico que trabalhou numa Câmara durante trinta anos, sim, e, por isso, procuram-me para ouvir opinião, analisar e, se for o caso disso, mediar questões técnicas e regulamentares, não só em Lagos como nos municípios vizinhos.

Depois de se reformar pouco tempo teve para se dedicar aos seus hobbys preferidos, como a escrita. Continua a escrever ou já não tem tempo para exprimir o seu pensamento?

Nunca escrevi com regularidade e foi só por volta dos quarenta anos de idade que me atrevi a dar à estampa alguns textos, por sinal no Correio de Lagos. Foram o “Abecedário” e o “Marco do Correio”. Há uns meses, escrevi um conto e li-o nas Escolas Primárias do Concelho no decorrer da “Semana da Leitura”.

À partida, parecia nada ter a ver com o mundo da política. O que é que o fez entrar por estes caminhos?

Pura e simplesmente, um convite e também a oportunidade que me foi dada de retribuir o que considero que devia a Lagos e à Luz, onde fui bem recebido e, sempre, bem tratado.

Mas a sua personalidade não parece talhada para intervir e comandar as hostes que estão sob o seu comando. Como é que consegue compensar esse problema pessoal?

Não me parece que a Junta de Freguesia seja arraial ou campo de batalha. Não tenho que comandar hostes.

Quando tem de dizer que não, assume essa posição com frontalidade ou tem dificuldade em marcar a sua posição?

O “não” a que se referirá tem uma conotação negativa, constituirá um corte definitivo. Repare na frase corrente: “Não! Ponto final, não se pensa mais nisso!” Eu prefiro continuar a pensar”.

As reuniões a que preside, como as da Junta de Freguesia, são assumidas e dirigidas a pulso por si ou procura uma solução colegial e bastante mais consensual?

Das respostas anteriores se concluirá que procuro o consenso, o que é fácil, uma vez que os meus companheiros autarcas (a secretária e o tesoureiro) pensam e procedem do mesmo modo.

Página 1 de 4 Seguinte
  Imprimir Recomendar
 
pesquisar
de:
a:
secção
 
Ajuda
Introduza uma palavra ou expressão a pesquisar no campo "pesquisar" e seleccione a secção onde pretende efectuar a pesquisa.
 
 
Livónia Xavier
03-03-2010
General Ramalho Eanes
03-03-2010
Nuno Serafim
01-02-2010
D. Duarte Nuno de Bragança
21-12-2009
Artur Rego
21-12-2009
José Manuel Amarelinho
11-11-2009
Adelino Soares
11-11-2009
Júlio Barroso
07-10-2009
Setembro 2010
d s t q q s s
  1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30  
Defesa do Consumidor
JOGOS SOCIAIS
 
  FICHA TÉCNICA | ESTATUTO EDITORIAL